Seja bem vindo ao "Blog do Borjão"

sábado, 30 de novembro de 2013

FLAGRAS DO BLOG

FLAGRAS DO “BORJÃO” QUANDO NAVEGA NOS SITES DE BADALAÇÃO DA INTERNET 
O flagra de hoje trata-se da homenagem ao primo-irmão “Manfredo Cássio de Aguiar Borges”, na ocasião da outorga do Título de Cidadão Fortalezense pela Câmara Municipal de Fortaleza. Em 13 de novembro de 2011 o engenheiro Manfredo Cássio de Aguiar Borges  recebeu em sessão solene na Câmara dos Vereadores, o título de Cidadão Fortalezense. A sugestão para a homenagem foi do saudoso jornalista Messias Pontes, recentemente falecido, que enviou para apreciação do vereador Iraguassú Teixeira (PDT), autor do projeto. A comenda que visa homenagear este sobralense, que em 2013 completou 80 anos de idade, tendo grande parte deste tempo vivido na capital cearense. Em Fortaleza, Cássio Borges, como é conhecido, atuou em diversas frentes do Departamento Nacional de Obras Contras as Secas (DNOCS), chegando a ser Diretor Regional e comandado grandes obras por todo o Nordeste. Mesmo aposentado, segue trabalhando firme na defesa de assuntos ligados ao Órgão e a área da hidrologia sempre em defesa do desenvolvimento regional. As fotos foram garimpadas da Coluna de Sônia Pinheiro - Jornal "O POVO".

Nota do Blog: A foto do casal Samuel Gueiros e Silveirinha Soares foi inserida pelo Borjão. 

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

ESPECIAL DO BLOG

I FESTIVAL DE TEATRO DA TERCEIRA IDADE DE FORTALEZA – FESTIDADE

A vida é cíclica e os momentos não se repetem. Mazé Figueiredo, conterrânea Potiguar, está  vivenciando uma etapa muito importante de sua existência artística. Aos 75 anos de idade e há dez anos sonhando em abrir um espaço para o talento da terceira idade em Fortaleza, pois é o sonho que dá ao homem a condição de criar, remontar, reconstruir e seguir em busca do seu ideal. A hora chegou. Através da Associação Coral Vozes de Outono, da qual a Mazé é Presidente, concorreu ao V Mecenato, da SECULT/CE – 2013, sendo o projeto I Festival de Teatro da Terceira Idade de Fortaleza – FESTIDADE – aprovado e o evento acontecerá de 29.11 a 1º.12. 2013, nos três turnos manhã, tarde e noite, Teatro do SESC – Emiliano Queiroz, nosso co-realizador, com entrada gratuita.  No último dia ocorrerá a entrega dos Certificados e do Troféu Mazé Figueiredo. Pensem numa idosa feliz.!!!! A seguir estão maiores informações e no link do SESC - uma bela reportagem sobre este trabalho. 
 

AMIGOS ACESSEM O LINK

CITAÇÃO DO DIA

“Comece seu dia como se fosse o primeiro de sua vida. Comece fazendo dele o mais perfeito e querido de todos, o mais ideal, mais certo, mais condizente com o curso de sua vida.” (Rivalcir Liberato)

CHARGE DO DIA


RAPIDINHAS DO BLOG...

COPOM DÁ PISTAS DE FIM DO CICLO, DIZEM ANALISTAS
O comunicado do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC), que ratifica a alta de 0,5 ponto porcentual da Selic, para 10% ao ano, dá pistas de que o órgão pode encerrar, em janeiro, o ciclo de alta na taxa de juros, segundo o sócio da Tendências Consultoria Integrada Juan Jensen. Para ele, a retirada da frase "o Comitê avalia que essa decisão contribuirá para colocar a inflação em declínio e assegurar que essa tendência persista no próximo ano" e a inclusão do trecho no qual o Copom informa que as altas foram iniciadas em abril apontam para uma freada na Selic, sem antes uma nova alta, de 0,25 ponto, no primeiro mês de 2014. "O Copom tem uma semana para encontrar a forma de deixar claro, na ata da reunião de hoje, de que encerrará o ciclo", disse.
Evolução da taxa Selic | Create infographics

A mudança no comunicado deve fazer com que os juros futuros de curto prazo operem em queda hoje, na avaliação do economista sênior do Besi Brasil, Flávio Serrano. "O BC mudou o comunicado e acho que essa alteração, apesar de sutil, tem algum motivo. A introdução do trecho 'iniciado na reunião de abril de 2013' passa ideia de longevidade do ciclo e pode ser um indício de que o BC prepara terreno para terminar com o aperto", afirmou Serrano. "Com certeza, agora o BC está mais próximo do fim do ciclo de aperto monetário", pontuou. Para o economista-chefe da MCM consultores, Fernando Genta, a mudança no comunicado "claramente mostra um esforço do BC para preparar o mercado para o fim do ciclo de alta" na taxa Selic. O ponto principal para avaliação, segundo ele, é a retirada da frase, presente em comunicados anteriores, na qual o Copom apontava que as altas contribuíam para colocar a inflação em declínio e assegurar que essa tendência persista no próximo ano. 

UMA CERVEJA E DOIS COPOS! MAS QUAL DAS CEM?

Dia desses, em um restaurante de comida baiana, o cliente entrou, sentou e perguntou ao garçom: “Que cerveja tem?” O garçom pegou o cardápio e respondeu: “Mais de cem”. Faz mais ou menos 10 anos que tudo começou a mudar – e de três anos para cá, de forma cada vez mais intensa. Estamos no meio de uma transição, batizada, pelos entusiastas, de revolução cervejeira. Ela consiste, principalmente, em ampliar tanto a variedade da oferta quanto da demanda de cervejas. Ela é responsável pela propagação de termos como ale e lager, porter e stout, dunkel e krystal. No Brasil, essa revolução tem dois marcos iniciais. Começou a fermentar com a chegada da Erdinger, em 2001, que ensinou para quase todo mundo que cerveja pode ser de trigo, que pode ter ritual de serviço e que não precisa não ter gosto. E com a ampliação da distribuição da Colorado, que, aberta em meados dos anos 1990, ganhou força de distribuição também no começo dos anos 2000. Pronto, agora além de cerveja importada especial, havia cerveja brasileira especial também. Dez anos depois, o mercado no Brasil deu o primeiro sinal de mudança: “Em 2010, pela primeira vez, houve desaceleração do crescimento das cervejas populares; enquanto as microcervejarias crescem sem parar”, diz José Raimundo Padilha, sommelier da The Beer Planet. As novas cervejas começaram a conquistar os bebedores. Cada vez mais gente passou a explorar esse novo terreno e a cansar da cerveja comum. A cerveja comum é conhecida como “tipo Pilsen”, referência ao estilo criado em Pilsen, na República Tcheca. Mas na verdade o que vem na garrafa é uma american light lager. O que isso quer dizer? É uma lager, ou seja, uma cerveja que fermenta em baixa temperatura – o que gera menos compostos de sabor –, é clara e tem origem nos EUA. É uma cerveja com “baixa carga sensorial”, um jeito chique de falar que não tem gosto. É feita para matar a sede, para ser tomada bem gelada, e, por ter pouco álcool, para ser bebida em grandes quantidades. Ela quase não tem amargor, não tem muito cheiro, é desenhada para agradar um amplo espectro de paladares (ou melhor, para não desagradar). Em contraponto, a cerveja especial pode ser de muitos tipos, pode ter todos os aromas imagináveis e complexidade de sabor que exige bom vocabulário para ser descrita. Viva a revolução, que tem como principal vitória a diversificação da oferta – o Paladar prefere muitas opções a poucas. Mas na esteira dessa transformação, submersos no mar de cerveja, se falam e se ouvem algumas besteiras. A primeira delas é: “agora não bebo mais cerveja industrial”. “Do ponto de vista do processo, toda cerveja é industrial”, crava a sommelière de cerveja Cilene Saorin. “A diferença é o porte: há cervejarias de grande porte e de pequeno porte.” Mas antes de dizer “é isso, eu não tomo cerveja de cervejaria de grande porte”, continue ouvindo Saorin: “As cervejarias de grande porte têm acesso a uma série de tecnologias e competências que garantem a qualidade da cerveja”.Se industrial é um adjetivo objetivo, grande é bem relativo. Tão relativo que, na Holanda, grande é a cervejaria que produz mais de 200 mil hectolitros por ano; na Alemanha, é aquela que produz mais de 500 mil hectolitros por ano, e nos EUA, é a que passa de 7 milhões de hectolitros anuais. Noves fora, quer dizer, tirando as megacervejarias, fizemos uma prova dos nove, com rótulos percebidos como artesanais, mas produzidos em fábricas industriais e em escala suficiente para que sejam distribuídos ao redor do globo. Nos EUA, segundo definição da Brewers Association, uma cervejaria que produz até 18 mil hectolitros por ano é micro. Entre 18 mil e 7 milhões de hectolitros/ano, é pequena. Uma série de outros parâmetros foram criados para justificar que, mesmo com produção imensa, a cervejaria seja considerada artesanal (matéria-prima usada e quem é o dono da cervejaria, por exemplo). No Brasil, foi criada há um mês a Associação Brasileira dos Microcervejeiros. Um de seus objetivos é definir quem é pequeno e quem é grande – para reduzir incongruências relativas a imposto. “Vamos nos espelhar no modelo dos EUA”, diz Marcelo Carneiro, presidente da Associação e da Colorado. Para se ter uma ideia de escala, em duas horas, a Ambev faz duas vezes a quantidade de cerveja que a Colorado produz em um ano. (por Heloisa Lupinacci)

ONU APROVA TEXTO DE PRIVACIDADE FEITO POR BRASIL E ALEMANHA
A Terceira Comissão da Assembleia Geral da ONU aprovou na terça-feira, 26, um projeto de resolução entregue por Brasil e Alemanha que pede maior privacidade na internet. O texto foi aprovado por consenso. O próximo passo agora é submeter o texto para votação na Assembleia Geral, o que deve ocorrer até o final deste ano. Se for aprovado, ele se torna uma resolução. O projeto foi entregue na Terceira Comissão, que cuida dos direitos humanos, por Brasil e Alemanha. “A participação plena na democracia implica proteção total das liberdades individuais, incluindo o direito à privacidade na era digital”, disse o embaixador do Brasil na ONU, Antonio de Aguiar Patriota, em seu discurso na sessão de hoje. Ele frisou ainda que a preocupação dos governos com segurança devem ser conduzida de forma a não violar os direitos humanos. O documento ressalta que a vigilância ilegal das comunicações e sua interceptação constituem “atos altamente intrusivos que violam o direito à privacidade e à liberdade de expressão” e ainda manifesta “profunda preocupação com abusos que podem resultar de qualquer vigilância”. O texto pede aos Estados para revisarem “seus procedimentos, práticas e leis no tocante à vigilância e à intercepção de comunicações e à coleta de dados pessoais” e pede que os países respeitem e protejam o direito à privacidade. O documento aprovado demanda ainda que os Estados tomem medidas para por fim a violações a esse direito e crie condições para prevenir tais violações. Os dois países tiveram seus líderes máximos espionados pelo governo norte-americano, de acordo com documento secretos vazados pelo ex-técnico da CIA, Edward Snowden. Tanto a chanceler alemã, Angela Merkel, como a presidente brasileira, Dilma Rousseff, tiveram seus celulares pessoais espionados, de acordo com estes documentos. (por Altamiro Silva Júnior)

ARTE NO BLOG

A ARTE DE ALPHONSE MUCHA – PARTE 01 


The Introduction of the Slavonic Liturgy,1912
Mucha Museum, Prague, Czech Republic

Alfons Maria Mucha (Ivancice, 24 de julho de 1860 - Praga, 14 de julho de 1939), mais conhecido como Alphonse Mucha,  foi um ilustrador e designer gráfico checo e um dos principais expoentes do movimento "Art Nouveau". Entre seus trabalhos mais conhecidos estão os cartazes para os espetáculos de Sarah Bernhardt realizados na França de 1894 a 1900, e uma série chamada Épicos Eslavos, entre 1912 e 1930. Mucha também foi fundador do DG-09, criando o grupo dos WOLFS, um dos mais consagrados da ESPAV, escola secundária padre Antônio Vieira.


Fonte: Saber Cultural

RECEITA DO BLOG

PÃO RECHEADO TOCA DA ONÇA
por Janaina Barbosa*
INGREDIENTES PARA TRÊS PORÇÕES:
- 3 minipães franceses
- 2 ovos cozidos
- 250g de patinho americano moído (ou outro corte de sua preferência)
- 1 tomate picado sem semente
- 1 cebola picada (de preferência a roxa)
- 3 dentes de alho picado
- Azeite
- Sal
- Salsinha picada
- Cebolinha picada
- Água para respingar no pão
- 3 pimentas biquinho para decorar 

MODO DE PREPARO:
Em uma frigideira, coloque o azeite e refogue a cebola e o alho. Junte a carne moída e cozinhe. Adicione o tomate picado, os ovos cozidos cortados (ou esmagados), a salsinha e a cebolinha. Reserve. Tire o miolo dos pães franceses, coloque em uma assadeira e respingue algumas gotas de água sobre eles. Leve ao forno a 180ºC por dois minutos até que se formem pequenas bolhas na casca. Recheie os pães com a mistura de carne moída e sirva com uma pimenta biquinho. 

(*) Chef do Dona Onça

CIRCULA NA INTERNET

AS COISAS BOAS DA VIDA QUE O BORJÃO DESEJA AOS AMIGOS "SEX...AGENÁRIOS":

IMAGEM DO DIA

Um lindo entardecer na belíssima Praia de Tibau - RN - Brasil, para matar as saudades dos conterrâneos mossoroenses que estão distantes dessa amada Praia.

PIADA DO BLOG

A HERANÇA DA EX-MULHER DO ALFREDÃO
O grande filósofo Alfredão recebeu no seu confortável e luxuoso escritório a visita da sua ex-mulher Rosinha, que foi logo entrando chorando aos prantos  e suplicando ao Alfredão:
- Alfredão meu querido e amado pelo amor de Deus volte para mim, eu sou a sua primeira e oficial esposa da sua vida, eu estou precisando demais de você.
O Alfredão falou rispidamente:
- Sai pra lá mulher, quem gosta de velha é fundo de rede, tu achas que vou deixar a minha Florisbela de 25 aninhos por você?
E a Rosinha em prantos disse para o Alfredão:
- Meu querido eu estou precisando demais de você, o meu Tio Normandão, irmão da minha saudosa mãe faleceu e sou a sua única herdeira de R$ 200.000.000,00 (DUZENTOS MILHÕES DE REAIS) e eu não sei o que fazer com esse dinheiro todo, por favor me ajude.
Foi então que Alfredão olhou bem nos olhos da sua ex-esposa e disse:
- Minha querida Rosinha, amor da minha vida, claro que vou lhe ajudar, mas primeiro tenho que mandar a Florisbela para a “puta que pariu”, e vamos aproveitar e gastar esses milhões do Tio Normandão.

TEXTO DO BLOG

CRÔNICA DO DESERTO
por Gaudêncio Torquato*

Há duas semanas, cerca de 40 empresários brasileiros, devidamente paramentados com paletó escuro e gravata, misturavam-se a homens de túnica branca e chinelos de couro, imprimindo um toque exótico à paisagem abrasadora do Deserto de Rub al-Khali, na fronteira entre Abu Dabi e Dubai, que formam, com cinco outros, os sete Estados dos Emirados Árabes Unidos. Participavam de evento promovido por uma empresa brasileira que inaugurará daqui a seis meses a sua maior fábrica de alimentos no exterior. O tom das conversas girava em torno do custo Brasil, podendo-se ouvir, de um lado, peroração lamurienta sobre a perda de competitividade da nossa indústria e, de outro, exclamações de admiração pela capacidade de uma jovem nação, de apenas 42 anos (a se completarem em 2 de dezembro), vir a se transformar num dos mais celebrados ícones da modernização, da gestão e do empreendedorismo mundial neste segundo decênio do século 21. 
Alguns usarão o argumento de que daquele tórrido deserto se extraem diariamente 3 milhões de barris de petróleo e, com essa riqueza (a sexta maior reserva do mundo), qualquer país seria capaz de transformar o inferno em céu. Em termos.
O Emirado de Dubai quase não tem petróleo. É um efervescente centro de serviços, a exibir uma arquitetura futurista, cujos traços indicam a opulência em encontro com o arrojo e a beleza. O resultado é uma apreciada coleção de monumentos e projetos qualificados por superlativos: o mais alto, o mais extenso, o mais exótico, a arquitetura mais criativa, e assim por diante.
Tanto em Dubai, a primeira cidade, quanto na capital dos Emirados, Abu Dabi, que é o maior Estado (86,7% da área), transparecem sinais de um progresso que se instala, a passos avançados, não apenas pela pujança financeira decorrente de recursos do petróleo, mas pela visão apurada e competente de seus líderes, como o principal arquiteto da nação, o xeque Zayed Al Nahayan, que a presidiu de 1971 a 2004; o seu filho Khalifa bin Zayed, emir de Abu Dabi e seu atual presidente; e o vice, o emir de Dubai, Mohammed bin Rashid Al Maktoum, que é também primeiro-ministro.
Quem pensa encontrar xeques incultos, rudes, se surpreenderá ao ver líderes preparados, de alta formação, conhecedores da realidade mundial e, sobretudo, pragmáticos. Bela e grata surpresa.
Que princípios orientam os governantes desse país do Golfo Pérsico a transformá-lo numa das mais desenvolvidas economias do Oriente Médio, um dos mais ricos do mundo, com PIB nominal per capita de US$ 54.607? Fatores se destacam, a começar pelo esforço de integrar os povos (tribos) da região. Com a descoberta das jazidas de petróleo, em 1958, os xeques buscaram a união e a Grã-Bretanha, que controlava a região, foi obrigada a retirar suas tropas, tornando possível a criação de um Estado independente. Depois, a compreensão de que o regime – monarquia constitucional – deveria conformar-se aos desafios da globalização, sob pena de continuar a ser uma comunidade isolada no deserto, como o foi há décadas. Para tanto se aplica a estratégia de maximizar os pontos fortes e eliminar os fracos e, a partir daí, nas palavras do emir de Dubai, “alcançar um estágio de desenvolvimento equilibrado”. É visível o esforço que se faz para buscar o conceito de excelência, tarefa complexa na sociedade árabe por causa da herança cultural, conservadora, que impõe cuidados na implantação de processos modernizantes.
Os governantes dos Emirados ajustam o foco no planejamento de funções, no sentido de integrar os setores público e privado, escolas públicas e particulares, os institutos e as universidades. A imagem é de um laboratório de gestão. Em cada empreendimento se vê a preocupação com a qualidade, o detalhe, a lógica, a funcionalidade.
Investiu-se pesadamente em infraestrutura. Os mais de 4 mil km de estradas são totalmente pavimentados. O turismo é uma das alavancas, apoiada na excelência da rede hoteleira, a mostrar como o Brasil, com seus 8 mil km de costa e belezas naturais incomparáveis, vive nesse setor a idade da pedra lascada. Ali, o futuro parece ter chegado com pressa. As planilhas de incentivo aos investimentos forçam a comparação com governos de países que avançam sobre o bolso dos contribuintes: não há imposto de renda de pessoa jurídica ou de pessoa física, nem retenção de imposto; tampouco há imposto sobre os lucros de capital ou restrições de moeda; não existem barreiras comerciais e o imposto de importação é de apenas 5%, com muitas isenções alfandegárias. Só bancos e companhias de energia pagam impostos. O capital não é um bicho-papão, como se dá a entender em nossos trópicos. O Estado, mesmo sob regime monárquico, não tem a bocarra pantagruélica que avança sobre o bolso do contribuinte.
As culturas convergem e se misturam na estética das vestimentas e na polifonia dos idiomas. Num território regido pela sharia (lei islâmica), é notável a pequena quantidade de mulheres que usam a abaya (túnica preta), em contraste com as roupas ocidentais. A pluralidade manifesta-se em mais de 200 nacionalidades que oxigenam a vida cultural e artística.
Samuel P. Huntington, em O Choque de Civilizações, lembrava que nos anos 1980 e 1990 a tendência generalizada no Islã seguia uma direção antiocidental: “Os muçulmanos receiam e detestam o poderio ocidental e a ameaça que ele representa para sua sociedade e suas crenças”. A realidade dos Emirados Árabes Unidos mostra que essa visão ou está superada ou ganha novos contornos.
O vice-presidente Michel Temer, que por lá passou, e o grupo de líderes empresariais que foi prospectar negócios na região viram como uma nação de pouco mais de 8 milhões de pessoas pode dar lições a um país de dimensão continental e 200 milhões de habitantes.

(*) Gaudêncio Torquato, jornalista, professor titular da USP, consultor político e de comunicação. Twitter: @gaudtorquato

INDICADORES DO BLOG

BOVESPA 

BOLSAS DO MUNDO
ÍNDICE
VARIAÇÃO (%)
VARIAÇÃO (PTS)
TOTAL (PTS)
Dow Jones - Estados Unidos
+0,15%
+24,53
16.097,33
S&P 500 - Estados Unidos
+0,25%
+4,48
1.807,23
NASDAQ COMPOSITE
+0,67%
+27,00
4.044,75
DAX Frankfurt - Alemanha
+0,39%
+36,24
9.387,37
CAC 40 - França
+0,22%
+9,36
4.302,42
Euro Stoxx 50 - Europa
+0,32%
+9,77
3.092,42
Merval - Argentina
+2,37%
+133,03
5.734,20
Nikkei 225 - Japão
+1,80%
+277,49
15.727,12
SSE Composite - China
+0,83%
+18,30
2.219,37
Hang Seng - China
-0,07%
-17,26
23.789,09
28/11/2013 21h03 | Thomson Reuters

MOEDAS
MOEDA
COMPRA (R$)
VENDA (R$)
VAR (%)
Dólar Comercial
2,3173
2,3180
-0,28%
Euro
3,1508
3,1538
-0,05%
Libra
3,7853
3,7889
-0,03%
Peso Argentino
0,3783
0,3789
0,00%
28/11/2013 21h04 | Thomson Reuters

INFLAÇÃO
ÍNDICE
VALOR (%)
IBGE IPCA Month
0,57%
INPC IBGE (mês)
27,00%
BR IPC-FIPE infl
FIPE
IPC-DI FGV (mês)
0,08%
IGP-DI FGV (mês)
1,10%
IGP-M FGV (mês)
0,77%
IPA-DI FGV (ano)
0,00%
ICV Dieese (mês)
0,93%
28/11/2013 21h03 | Thomson Reuters

JUROS E POUPANÇA
ÍNDICE
VARIAÇÃO (%)
Selic (ano)
10,00%
CDI (ano)
9,77%
TJLP - Taxa de juros de longo prazo (trimestre)
5,00%
TR - Taxa referencial (mês)
0,0518%
Poupança (mês)
0,552%
28/11/2013 21h10 | Thomson Reuters

COMMODITIES
ÍNDICE
VARIAÇÃO (%)
VARIAÇÃO (PTS)
COTAÇÃO (US$)
Prata
-
+0,05
19,69
Platina
-
+5,15
1.355,40
Petróleo WTI
+1,07%
+1,01
95,25
Ouro
-
+6,75
1.243,54
Petróleo Brent
-0,32%
-0,36
110,95
Paládio
-
+2,70
716,20

28/11/2013 21h09 | Thomson Reuters 

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

CITAÇÃO DO DIA

“Há pouca esperança para nós até que sejamos determinados o bastante para nos desvencilharmos dos grilhões dos preconceitos, das meias verdades e da completa ignorância.” (Martin Luther King (1929-1968), líder do movimento negro norte-americano)

CHARGE DO DIA


RAPIDINHAS DO BLOG...

DÍVIDA DE ESTADOS COM EMPRESAS PODE CHEGAR A R$ 30 BI
As empresas têm a receber algo em torno de R$ 20 bilhões a R$ 30 bilhões dos governos estaduais, e a forma de quitar essa dívida nem mesmo está em discussão. Esse "detalhe" bilionário passa ao largo das várias discussões sobre o Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) que estão em curso no Congresso Nacional. Essa é uma das principais preocupações do setor privado em relação à reforma tributária. O alerta foi feito pelo Grupo de Estudos Tributários Aplicados (Getap), entidade sem fins lucrativos patrocinada por grandes empresas, no seminário: "O Estado e a Federação: crise e reformas", promovido pela Comissão de Assuntos Econômicos do Senado. Não há dados precisos do valor ou dos setores afetados, porque os Estados não divulgam quanto devem às empresas. A entidade procura levantar o valor da conta do ICMS e de outra semelhante, igualmente bilionária, que é a referente ao PIS/Cofins. Essa segunda é de responsabilidade do governo federal. Uma estimativa conservadora é que as duas cheguem, juntas, a mais de R$ 30 bilhões. Essa dívida decorre de créditos tributários que a empresa acumula e não tem como receber. Quando ela compra um insumo para produzir um bem, esse insumo vem com o ICMS embutido no preço. A empresa vai somando quanto ela pagou de ICMS ao longo do processo produtivo e, ao final, quando vende a mercadoria, ela desconta o ICMS pago do valor que ela teria de recolher na comercialização. O problema ocorre quando a mercadoria é exportada. Nesses casos, o ICMS recolhido na venda é zero. Assim, a empresa não tem como compensar o imposto pago durante a produção. O mesmo ocorre quando há incentivos fiscais, fruto da chamada "guerra fiscal". Em tese, as secretarias de Fazenda dos Estados deveriam honrar esses créditos. Na prática, existe uma conta que as empresas têm dificuldade em receber. A tendência, alerta o Getap, é que o crescimento da dívida com as empresas se acelere. Isso vem acontecendo desde a aprovação da Resolução 13, em maio do ano passado. Ela reduziu a alíquota interestadual dos bens importados de 7% e 12% para 4%. Destinada a acabar com a chamada "guerra dos portos" ao reduzir o espaço para a concessão de incentivos para a importação, ela gerou um efeito colateral: diminuiu o crédito tributário que a empresa consegue recuperar ao vender a mercadoria, porque a alíquota é menor. A proposta de reforma do ICMS que o governo enviou ao Congresso busca expandir a lógica da Resolução 13 para as demais mercadorias. Assim, sua entrada em vigor vai tornar mais agudo o acúmulo de créditos. O seminário terá um painel que vai debater as responsabilidades dos Estados, porque a discussão hoje está muito centrada na distribuição de recursos. Também discutirá o acirramento dos conflitos federativos. Ao final, será lançado o livro O Federalismo Brasileiro e seu Labirinto, organizado pelo economista Fernando Rezende, da Fundação Getulio Vargas (FGV). As discussões serão transmitidas ao vivo pela internet, a partir das 9h, no site www.senado.leg.br/TV. (As informações são do jornal O Estado de S. Paulo)

CHINA LANÇARÁ EM DEZEMBRO VEÍCULO DE EXPLORAÇÃO LUNAR
A China anunciou que lançará, no início de dezembro, sua primeira sonda para a superfície da Lua, além do veículo de exploração batizado de “Yutu”, ou coelho de Jade. Este é considerado um passo importante no ambicioso plano espacial do país que, em 2007, colocou na órbita lunar a sonda Chang´e 1. - As dificuldades técnicas e os riscos envolvidos na realização da missão serão altos – disse o porta-voz da Administração de Estado da Ciência, Tecnologia e Indústria para a Defesa Nacional, Wu Zhijian, em entrevista transmitida ao vivo pela televisão estatal chinesa. A missão, chamada de Chang´e 3, prevê um pouso suave na Lua. Logo depois, o veículo de exploração vai começar andar pela superfície lunar. Com esta iniciativa, a China também pretende testar seus equipamentos de comunicação no espaço. O país está discutindo a possibilidade de levar um homem até a Lua, numa missão que seria realizada depois de 2020. Em junho, três “taikonautas”, termo usado para designar os astronautas chineses, realizaram uma missão espacial tripulada, passando 15 dias em órbita. Pequim também pretende construir sua própria estação espacial. Além disso, a China diz que vai compartilhar as conquistas tecnológicas do seu programa espacial com outras nações, especialmente países em desenvolvimento, e que vai se oferecer para treinar astronautas de outros países.

BIBLIOTECH: A PRIMEIRA BIBLIOTECA PÚBLICA DOS EUA SEM LIVROS IMPRESSOS
A primeira biblioteca pública totalmente digital dos EUA foi aberta recentemente no condado de Bexar County, no estado do Texas. Agora, todos os 1,7 milhões de habitantes da região podem acessar gratuitamente o acervo com cerca de 10 mil obras. Melhor, para ter acesso aos livros não é necessário se locomover até o prédio físico da biblioteca, basta acessar a internet. O projeto Bibliotech foi desenvolvido pelo juiz Nelson Wolff, um amante da literatura e colecionador de obras raras, também responsável por levar ao condado uma biblioteca com livros impressos de US$ 38 milhões na década de 1990. A nova empreitada custou apenas US$ 2,4 milhões. - Eu olho hoje para aquela biblioteca e fico orgulhoso, mas penso: o que vamos fazer com ela? - disse Wolff sobre sua antiga obra, em entrevista ao site CNet. O prédio físico da Bibliotech se localiza na cidade de San Antonio. Para funcionar durante 8 horas diárias, a biblioteca tem apenas duas funcionárias, as jovens Ashley Eklof e Catarina Velasquez. - Nós podemos focar nas necessidades da comunidade e não temos que lidar com os processos físicos dos livros – explicou Ashley. Para ter acesso ao acervo, os moradores do condado podem se registrar on-line e baixar os títulos em seus próprios tablets e computadores. Caso a pessoa não tenha acesso à internet ou precise de leitores, pode se dirigir à sede física da biblioteca. Estão à disposição da população 800 e-readers, sendo 200 especiais para crianças, 48 computadores, 10 laptops e 40 tablets. Os leitores podem ser emprestados por duas semanas e eles já vão carregados com as obras escolhidas. Caso não sejam devolvidos no prazo, o usuário recebe multa diária de US$ 1 até o 14º dia. A partir de então, o aparelho é dado como perdido e a multa de US$ 150 é adicionada à conta. A duração do empréstimo dos livros digitais é de 14 dias, mesmo que baixados no leitor próprio do usuário. A partir desse período, a obra é excluída do software utilizado para a distribuição e leitura. 

RIVISTA DO MINO


SAÚDE NO BLOG

MINISTÉRIO PÚBLICO LANÇA CARTILHAS PARA AUXILIAR IDOSOS

por Tainah Medeiros

A população de homens e mulheres acima dos 60 anos cresceu nas últimas décadas. Pode-se dizer que parte desse aumento é reflexo da melhora na qualidade de vida e de maior acesso aos serviços de saúde. Pensando em aumentar ainda mais a quantidade de pessoas nessa faixa, o Ministério Público do Estado de São Paulo lançou na última sexta (22/11/2013) duas cartilhas de orientações para os idosos: um guia sobre serviços públicos e outro sobre medicamentos.
Segundo a promotora Anna Protta Yaryd, coordenadora do projeto, a ideia partiu da premissa de que, embora muitas pessoas conheçam seus direitos, ao mesmo tempo ainda têm muitas dúvidas, principalmente em relação à área da saúde, e encontram dificuldades para encontrar respostas. “Foi justamente enxergando esse problema que decidimos fazer a cartilha. Muitas das respostas você consegue encontrar na internet, mas exigem um tempo de busca e às vezes são difíceis de localizar. Como queremos que a informação chegue aos idosos, que nem sempre têm acesso fácil à rede, reunimos tudo de importante em um único lugar.”
No primeiro guia, o idoso encontra informações sobre como ser atendido pelo SUS, quais são os serviços existentes em São Paulo, os endereços de cada um, quais as regras do transportes públicos para a terceira idade e orientação sobre como e a quem reclamar em casos de violência, maus tratos ou se não for atendido em serviços de saúde. Como a cartilha é dividida por região e subprefeitura, fica mais fácil para o idoso localizar o estabelecimento de saúde mais próximo de sua residência.
O segundo traz principalmente informações sobre medicamentos, com orientações sobre fornecimento gratuito de remédios pelas redes municipal e estadual de saúde, explicações sobre alguns programas da rede pública (como o Programa de Automonitoramento Glicêmico, o Programa de Dispensação de Fraldas para Incontinência e o Programa Pulmão Paulistano, para a obtenção de oxigênio), além de orientações sobre o que são medicamentos genéricos e similares. Na mesma cartilha, o idoso encontra informações sobre cuidados preventivos como, por exemplo, alimentação balanceada e riscos de queda.
“Grande parte da nossa sociedade não é usuária do SUS e consequentemente não sabe como o sistema funciona, nem como usá-lo. O problema é que, conforme as pessoas vão envelhecendo, muitas deixam de ser usuárias de planos de saúde devido às taxas altas para essa faixa etária e acabam precisando recorrer ao SUS, mas não sabem nem por onde começar. Durante um ano e meio, conversei com técnicos da área para entender o funcionamento e colher informações sobre o SUS. Descobri que, mesmo trabalhando muito tempo com saúde, havia coisas que eles não sabiam como funcionava. Imagine quem não convive com isso sempre?”, comenta Yaryd.
As 10 mil cartilhas (5 mil de cada) serão distribuídas em unidades das Coordenadorias De Recursos Humanos, da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo e também pelo site do Ministério da Saúde. “Gostaríamos que as informações chegassem às pessoas que mais precisam. Como são poucos exemplares, optamos pelas Coordenadorias de Saúde de cada região da capital. O ideal seria distribuir em UBSs, mas não teríamos quantidade suficiente para abastecer 475 unidades. Quem sabe no futuro, se a gente conseguir patrocínio, possamos fazer mais”, afirma a promotora.


CIRCULA NA INTERNET

ESSA É PARA O CAMARADINHA CABY DA COSTA LIMA, O HOMEM DO AZOUGUE.COM, COM A RECOMENDAÇÃO DO AMIGO BOSCO AFONSO

IMAGEM DO DIA

Uma belíssima imagem na região da Praia Ponta Negra em Natal RN - Brasil

PIADA DO BLOG

PORTUGUÊS PEGANDO ÔNIBUS
Um português, de passeio pelo Brasil, pergunta a um brasileiro:
- Que ônibus devo pegar para chegar ao Maracanã?
- O número 48 – Respondeu o brasileiro.
Depois de 3 horas, o brasileiro sai do trabalho e o português ainda está lá no ponto, e pergunta:
- O que você está fazendo aqui ainda?
E o portuga responde:
- Oh gajo! Até agora só passaram 40 ônibus, ainda faltam 08!

TEXTO DO BLOG

FATOS E LENDAS
por Luis Fernando Veríssimo*

No dia 22 de novembro de 1963 a Lucia e eu éramos as únicas pessoas felizes numa certa rua de Copacabana. Todas as outras (está bem, imagino que quase todas as outras) estavam no mínimo preocupadas com o que tinham acabado de saber, a notícia da morte do presidente Kennedy em Dallas. Pobre do presidente Kennedy. Tão moço, tão simpático, com uma família tão bonita.
O que significava aquela morte? O que viria depois daquilo? Era um golpe? Não era um golpe? Que país maluco! A Lucia e eu tínhamos acabado de ficar noivos. É, naquela época se noivava. Já estávamos com as alianças, compradas numa joalheria da Santa Clara, e fomos tomar uma Coca-Cola no “Cirandinha” para comemorar. Felizes da vida.
Depois ficou difícil não se emocionar com a imagens que viriam: o enterro, o garoto fazendo continência para a esquife do pai, as caras desoladas na multidão, todas as esperanças da nação no jovem e dinâmico presidente abatidas por um assassino — ou mais, até hoje se discute quantos.
Nos anos que se seguiram, a emoção e a memória daqueles dias alimentaram o mito. Mas, ao contrário do que costuma acontecer com os mitos, o do Kennedy foi perdendo o lustre com o tempo. Livros sobre “o verdadeiro” Kennedy se tornaram tão comuns quanto teorias conspiratórias sobre a verdadeira história do seu assassinato. 
John Kennedy, ex-presidente dos EUA e a esposa Jacqueline
Kennedy devia sua presidência ao dinheiro e ao poder do seu pai, que tinha ligações notórias com o submundo do crime organizado. Seus atos heroicos na guerra e sua experiência diplomática eram forjados. Ele e Jaqueline formavam um par perfeito, pelo menos visualmente, mas ele a enganava desde o começo do casamento.
Ele não tinha feito tanto pelos direitos civis dos negros quanto dizia o mito. Se iria ou não retirar as tropas americanas do Vietnã se não tivesse sido assassinado é discutível. Até sua atitude firme na crise dos mísseis russos em Cuba, segundo muitos o seu melhor momento, é criticada pelo novo revisionismo. Ele teria cedido mais do que o necessário aos russos.
Como é mesmo aquela frase do filme do John Ford? Quando os fatos desmentem a lenda, publique-se a lenda.
Lyndon Johnson, que substituiu Kennedy, foi mais radical do que ele nas questões dos direitos civis e de programas sociais. Mas sofreu com a comparação, não com os fatos do governo Kennedy, mas com o mito, com a lenda do que poderia ter sido. E nenhuma revisão ainda conseguiu acabar totalmente com a lenda.

(*) Luis Fernando Verissimo romancista e cronista brasileiro nasceu em 26-09-1936 em Porto Alegre - RS, é filho do grande escritor Érico Veríssimo. 

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27/11/2013 22h39 | Thomson Reuters

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27/11/2013 22h39 | Thomson Reuters

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27/11/2013 22h43 | Thomson Reuters

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27/11/2013 22h45 | Thomson Reuters