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segunda-feira, 6 de março de 2017

RAPIDINHAS DO BLOG...

BRASIL TEM MELHOR SUPERÁVIT COMERCIAL PARA FEVEREIRO, A US$ 4,56 BI, DIZ MINISTÉRIO
O Brasil registrou superávit comercial de 4,56 bilhões de dólares em fevereiro, melhor resultado histórico para o mês, em mais um desempenho decorrente do aumento das exportações superior ao observado nas importações. O resultado foi melhor que a estimativa de um saldo positivo em 3,27 bilhões de dólares, segundo pesquisa Reuters. Em fevereiro, as exportações tiveram alta de 22,4 por cento ante igual mês de 2016, pela média diária, a 15,472 bilhões de dólares, divulgou o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC). Já as importações cresceram 11,8 por cento ante fevereiro do ano passado, também pela média diária, a 10,912 bilhões de dólares. No acumulado do ano, o saldo comercial do Brasil chegou de 7,285 bilhões de dólares, acima dos 3,958 bilhões de dólares observados no primeiro bimestre de 2016. As exportações em janeiro e fevereiro somaram 30,383 bilhões de dólares, crescimento de 20,5 por cento, pela média diária, ante o mesmo período do ano passado, enquanto as importações subiram 9,2 por cento no bimestre, para 23,099 bilhões de dólares. O movimento dos primeiros meses de 2017 destoa daquele verificado nos dois últimos anos, quando o superávit na balança comercial se deu pela queda maior nas importações que nas exportações, em meio à recessão econômica. Desta vez, o valor mais alto das commodities, que exercem importante peso na pauta de trocas comerciais, vem ajudando o país. Para 2017, o MDIC projeta um superávit semelhante ao de 2016, da ordem de 47,7 bilhões de dólares, mas com aumento de exportações e importações na esteira da recuperação da economia. 
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Em fevereiro, as exportações foram puxadas pelo desempenho dos produtos básicos, cuja alta foi de 48,3 por cento ante o mesmo mês do ano passado. As exportações de manufaturados e semimanufaturados tiveram aumento mais modesto, de 5,7 por cento e 2 por cento, respectivamente, na mesma base de comparação. No lado das importações, em fevereiro, houve forte crescimento na compra de combustíveis e lubrificantes, com alta de 34,9 por cento na comparação com fevereiro do ano anterior, e e 16,3 por cento em bens intermediários. Já as compras de bens de capital --um termômetro para o investimento-- e de bens de consumo recuaram 9,8 por cento e 4,4 por cento, respectivamente.

INTOCADA? AMAZÔNIA TEM ESPÉCIES PLANTADAS POR POVOS ANTIGOS, INDICA ESTUDO
Espécies de árvores domesticadas e distribuídas na Bacia Amazônica pelos povos indígenas antes de 1492 continuam a desempenhar um papel importante nas florestas modernas, é o que revela um novo estudo que refuta a ideia de que a Floresta Amazônica foram praticamente intocadas pelos seres humanos. Domesticar uma planta significa que ela foi tirada do seu ambiente natural e plantada de uma forma que possa ser útil aos humanos, como perto de casas, por exemplo. Quando uma planta é domesticada prevalecem características genéticas como frutos maiores, menos caroços ou árvores mais baixas para facilitar a colheita. Os cientistas identificaram 85 espécies que foram brevemente, parcialmente ou totalmente domesticadas por povos pré-colombianos (civilizações que se desenvolveram na América antes da chegada do colonizador europeu). De acordo com a pesquisa, essas espécies domesticadas eram cinco vezes mais propensas a serem dominantes do que as plantas não domesticadas. Na Amazônia, a domesticação vegetal começou há mais de 8.000 anos. Durante o estudo, publicado pela revista Science, os cientistas analisaram um conjunto de dados existentes que captura 1.170 parcelas florestais e mais de 4.000 espécies de plantas da região. A pesquisa realizada por uma equipe internacional de ecologistas e cientistas, foi conduzida pela brasileira Carolina Levis, doutoranda do INPA (Instituto Nacional de Pesquisas Amazônicas) e da Universidade de Wageningen. Os resultados sugerem que a influência humana desempenhou um papel importante e duradouro na distribuição de espécies de plantas e, teoricamente, poderia ser usada para descobrir áreas não identificadas da civilização anterior.
CASTANHEIRAS
O estudo também identificou regiões da Amazônia que atualmente concentram grande diversidade e populações de espécies domesticadas. A Amazônia Sudoeste, onde grandes povoamentos de castanheiras permanecem como uma base de subsistência dos moradores locais, é um exemplo. A pesquisa retoma um debate da comunidade científica: os seres humanos enriqueceram as florestas na Amazônia com espécies domesticadas ou escolheram viver perto de matas naturalmente ricas nessas espécies? Por outro lado, em outras regiões como o Escudo Guiana, as espécies domesticadas estão menos bem representadas e a relação entre elas e os sítios arqueológicos é menos clara, destacando a necessidade de mais estudos sobre a história da ocupação amazônica. Para os pesquisadores, também é preciso avaliar o nível até o qual a história recente do assentamento amazônico afetou a distribuição e abundância de espécies domesticadas na Bacia Amazônica. Embora o número relativamente pequeno de espécies domesticadas utilizadas no estudo tenha sido suficiente para revelar um forte sinal humano em florestas modernas, os autores apontam que esses indícios podem ser ainda mais fortes, uma vez que centenas de outras espécies de árvores amazônicas também foram gerenciadas por povos pré-colombianos, mas não foram domesticados. Em 2015, um estudo publicado pela revista Proceedings of the Royal Society B apontava que a Amazônia foi profundamente influenciada pelos humanos que habitaram a região há cerca de dois mil anos. No artigo "A domesticação da Amazônia antes da conquista europeia", os pesquisadores afirmam que a variedade de tipos de plantas úteis aos seres humanos e de um tipo de solo conhecido como terras pretas de índio nos sítios arqueológicos podem ser considerados indícios de que as sociedades da Amazônia antiga intervieram no ambiente.

QUE TAL UM E-MAIL ESPERTO? GOOGLE INBOX DEVE GANHAR INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
O Google deve liberar muito em breve duas novas funções para o aplicativo de e-mail Inbox. Segundo o site Android Police, especializado no sistema operacional do Google, uma versão em desenvolvimento do app traz um sistema de prévias (aquele breve resuminho do que está escrito na mensagem) com base em inteligência artificial e um novo recurso de filtragem de mensagem. No primeiro caso, o sistema vai aprender a selecionar que parte do texto do e-mail é mais interessante para te mostrar no resumo. Normalmente, o que aparece são as primeiras frases escritas. A ferramenta, com o tempo, também vai ser capaz de identificar a parte "mais importante" da mensagem e priorizar quais e-mails você vai preferir abrir primeiro. Já a filtragem funcionará com um novo botão na barra de tarefas do Inbox, usado para classificar mensagens. Ainda não se sabe quais seriam as opções de classificação, mas é provável que data e nome do remetente sejam algumas delas. Os usuários do Inbox em inglês devem ter acesso primeiro às novidades, mas de qualquer forma elas ainda não foram oficializadas pelo Google, então não se sabe ao certo quando serão lançadas. 

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